Posicionamento político é a manifestação política tomada por cada um dos entes políticos (aí incluídos os eleitores). Esse posicionamento pode ser classificado, basicamente, em: a) conservador; b) libertário; c) progressista; e d) revolucionário. Outra classificação mais antiga adotaria basicamente duas posições: a) direita e b) esquerda. Há quem se refira a um meio termo: centro, como intermediário entre a direita e a esquerda. Ante essas classificações, é possível vislumbrar os principais comportamentos políticos: a) direita libertária; b) direita conservadora; c) esquerda progressista; e d) a esquerda revolucionária. (Fonte: BRAGANÇA, Luiz Philippe de Orleans e. Por que o Brasil é um país atrasado?. São Paulo: Maquinaria Editorial, 2019. ps 117-131).
Verbetes temáticos selecionados raramente encontrados em enciclopédias clássicas e em buscas simples da internet
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sábado, 1 de fevereiro de 2020
Direita
Direita, na política, é um termo que tem origem na Revolução Francesa, no final do século XVIII. Na Assembleia Nacional francesa de então, os que defendiam as instituições dos Estados tradicionais (absolutos, em geral) sentavam-se à direita do púlpito central. A posição física à direita que esses grupos ocupavam na sala passou a designar suas posições políticas. No final do século XX e no início do XXI, a direita passou a ser associada ao liberalismo político e econômico, à defesa dos direitos e das liberdades individuais e de um modelo de Estado que só permite governos limitados, capazes de pouca intervenção nas esferas sociais, econômicas e políticas. (Fonte: BRAGANÇA, Luiz Philippe de Orleans e. Por que o Brasil é um país atrasado?. São Paulo: Maquinaria Editorial, 2019. ps. 119 e 125).
Esquerda
Esquerda, na política, é um termo que tem origem na Revolução Francesa, no final do século XVIII. Na Assembleia Nacional francesa de então, os que se opunham ao "velho regime" (absolutismo) e às suas instituições sentavam-se à esquerda do púlpito central. A posição física à esquerda que esses grupos ocupavam na sala passou a designar sua posição política. No século XX, a esquerda passou a representar um Estado marxista totalitário que envolveria a sociedade e a economia em sua teia, enquanto a direita representaria todos os que combatiam esse Estado. No século XXI, a esquerda manteve sua posição de Estado coletivista e interventor. (Fonte: BRAGANÇA, Luiz Philippe de Orleans e. Por que o Brasil é um país atrasado?. São Paulo: Maquinaria Editorial, 2019. ps. 119,124 e 125).
Revolucionário
Revolucionário, na política, é aquele que combate instituições públicas, tradições e preceitos sociais, pois acredita que são utilizados para oprimir os estratos menos favorecidos. Para que exista igualdade de classes, as instituições devem ser extintas ou modificadas completamente, assim como a sociedade e sua cultura. O revolucionário defende a ampla disseminação do marxismo cultural tal qual o progressista, mas vai muito além em sua sede por poder político. (Fonte: BRAGANÇA, Luiz Philippe de Orleans e. Por que o Brasil é um país atrasado?. São Paulo: Maquinaria Editorial, 2019. p. 129).
Progressista
Progressista, na política, é aquele que acredita na legitimidade das instituições tradicionais, mas deseja modificá-las lentamente para que reflitam uma nova visão, invariavelmente igualitária e coletivista da sociedade. O progressista crê no processo de mudança do pensamento do indivíduo e das instituições para validar essas ideias no coletivo e no Estado. Para ele, difundir os princípios marxistas em igrejas e universidades, na mídia e nos sindicatos é a melhor estratégica para a conquista de corações e mentes. (Fonte: BRAGANÇA, Luiz Philippe de Orleans e. Por que o Brasil é um país atrasado?. São Paulo: Maquinaria Editorial, 2019. ps.128-129).
Libertário
Libertário, na política, é aquele que aceita novos conceitos e experiências individuais. É reativo à autoridade e aos símbolos. Abraça mudanças de paradigmas das instituições tradicionais como um avanço. O libertário é um individualista, receoso de abdicar de parte de sua liberdade para uma organização ou a se submeter a preceitos e tabus. Ele reage contra forma de controle do indivíduo e não se baseia em tradições e em valores herdados para se equilibrar no jogo social. (Fonte: BRAGANÇA, Luiz Philippe de Orleans e. Por que o Brasil é um país atrasado?. São Paulo: Maquinaria Editorial, 2019. p. 128).
Conservador
Conservador, na política, é aquele que considera como valores importantes a preservação das tradições, a observância dos comportamentos herdados da família, a religião, o respeito às autoridades e aos símbolos. O conservador aceita as leis naturais como fator estabilizador e criador de harmonia. O conservador é, em suma, resistente a mudanças drásticas na sociedade e na economia e avesso à tomada de risco com os destinos da nação. Rejeita experimentos que possam criar algo desconhecido e instável. Prefere reformar sobre alicerces bem fundamentados a destruir as bases convencionais e reconstruir do zero. (Fonte: BRAGANÇA, Luiz Philippe de Orleans e. Por que o Brasil é um país atrasado?. São Paulo: Maquinaria editorial, 2019. p. 128.). É aquele que segue o
Conservadorismo, que nas palavras de Ernesto Araújo, é: “liberdade
individual em equilíbrio com a saúde da comunidade, a Nação acima do Estado (menos
Estado, mais Nação), liberdades fundamentais clássicas (de expressão, de
opinião, de crença, de não ser preso arbitrariamente, direito ao devido
processo legal, direito a escolher seus governantes, direito à vida etc.),
respeito, amor e cuidado pelos seus ancestrais, pelas lutas e sentimentos das
gerações passadas, cuidado e devoção pelas gerações futuras, pelo passado
histórico, pelas tradições, amor à família e à pátria como família estendida,
cultivo de beleza, da coragem, da virtude, pensamento constituído pela busca da
verdade e não pela construção de vantagem política, respeito a língua entendida
como logos, instrumento divino de comunicação, estudo da realidade e expressão
do sentimento, e não como meio de distorcer a realidade, prática ou pelo menos
respeito da religião como veículo da espiritualidade intrínseca ao ser humano,
equilíbrio entre a razão e o sentimento, humildade diante das limitações da
razão humana e percepção de que nem todo conhecimento é racional e nem toda
verdade é científica.” (metapolíticabrasil.com – Por um reset
conservador-liberal)
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